Aniversário
Carta aberta aos nossos quatro anos
30 de Abril de 2020
manifesto
O mar sempre foi minha ligação mais verdadeira com o fluxo da vida. Há pouco mais de quatro anos fizemos um brainstorm na cozinha da casa da minha mãe. Criamos três grupos de conceitos de palavras, eu, meu marido e minha irmã. Tenho o canvas até hoje. O nome Maré, no entanto, não está ali. Veio de um insight, alguns dias depois, trazendo a palavra que representava o que estava nascendo: um ecossistema de pessoas interessadas em atuar em flow, fazer diferente das experiências de trabalho anteriores, com valores femininos e que inspirasse. Inspirasse muito. A premissa era estar alinhado ao conceito da nova economia.

Completamos no dia 29 de abril quatro anos de histórias contadas. Em meio a uma pandemia, mas com a certeza que construímos um modelo de negócio capaz de se adaptar e produzir sentido na complexidade. Meu propósito de vida é muito claro, eu nasci para servir através da Comunicação. E a Maré tem sido a representação disso, através da nossa inspiração maior: contar histórias verdadeiras que transformam.

Trabalhar orientado pelo propósito e com propósito tem feito toda a diferença nessa jornada. Essa intenção expressada através do nosso mantra uniu pessoas incríveis que crescem com o nosso estúdio todos os dias. E pessoas que acreditam no nosso trabalho e vêm evoluindo seu nível de consciência. Aqueles que ainda estão alinhados ao modelo mental anterior, devagarinho vão morrer ou precisar se reinventar. E esse modelo antigo de fazer, não cabe mais nesse novo mundo, que busca por lideranças facilitadoras, olhares globais que resolvam problemas locais, e organizações que se juntam por motivação e sentimento. Pela busca de métricas de bem-estar, felicidade e pelo amor. Pois no final é preciso se dar conta que no fundo só existe um cliente: o planeta.

Sim, a caminhada é longa. E estamos aqui para ajudar a entrar e sustentar essa Era da Verdade. A construir marcas que expressam a riqueza das suas pessoas. Criar estratégias que mostrem a força da vulnerabilidade, chamem todos a participar do processo e ter espaço de fala. Este é o nosso movimento diário: provocar reflexões em cada entrega que fazemos. Dar voz às histórias que merecem ser contadas. Se hoje somos pequenas ilhas, em breve, formaremos um grande continente.

Gosto muito de uma frase repetida pelo Satish Kumar que diz que economia, na etimologia da palavra, é a gestão do lar. Completamos quatro anos renovando votos de continuar cuidando do nosso lar através da Comunicação. E sendo mais Maré que nunca, a partir da criatividade, fluxos, misturas, pessoas. De verdade.
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Luiza Gaidzinski Carneiro |
30 de Abril de 2020
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